Tweet de Obama sobre neonazistas de Charlottesville é o mais curtido da históriaBuzz

Tweet de Obama sobre neonazistas de Charlottesville é o mais curtido da história

Barack Obama acaba de conseguir o tweet mais curtido de todos, com uma frase de Nelson Mandela, fazendo referência ao protesto neonazista em Charlottesville, no estado da Virgínia.

Nesse sábado (12), Obama postou em sua conta uma frase célebre de Mandela: ‘Ninguém nasce odiando alguém por causa da sua pele, da sua origem, ou de sua religião…’. Ele postou junto à uma foto sua cumprimentando crianças de múltiplas etnias numa janela. E, em outro tweet, completou a referência ‘Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar’.

O protesto de brancos supremacistas e nazistas causou a morte de Heather Heyer, de 32 anos. A ativista de direitos civis foi atropelada por um carro que se dirigia em direção à manisfestantes contra os nazistas. Durante o protesto, os manifestantes de extrema-direita gritavam saudações nazistas e palavras de ordem contra judeus, negros, homossexuais e imigrantes.


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Barack Obama e Donald Trump têm pontos de vista diferentes

Horas após a morte de Heather, um jovem branco de 20 anos foi preso e acusado de homicídio doloso (intencional). Ele se chama James Alex Field, 20 anos, e deixou pelo menos outros 19 feridos.

O tweet de Barack Obama sobre a manifestação neonazista de Charlottesville é o mais curtido da história

Sobre o atentado, o presidente Donald Trump falou à imprensa:

Foi um dia horrível. Havia um grupo de um lado que era ruim e um grupo do outro lado que também era muito violento. Ninguém quer dizer isso, mas estou dizendo agora.

Nós já tivemos outro grupo que era contra negros, homossexuais, judeus e estrangeiros. O nazismo acarretou na 2ª Guerra Mundial e no holocausto, que matou cerca de 11 milhões de civis. Nos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, que é uma inspiração visível para o grupo de Charlottesville, caçava e matava pessoas negras.

Posicionar-se contra pessoas que são contra os direitos humanos não é violência. É resistir e impedir que tragédias aconteçam outra vez.

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