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‘Fome de Poder’: tudo que sabemos sobre o filme

Quais você acha que são as marcas mais reconhecidas do mundo? Sem dúvida algumas apareceram na sua mente. Apple, Coca-Cola, Google, McDonald’s. Um dos nomes mais famosos do ocidente é o tema do filme Fome de Poder, que está chegando no Brasil.

O filme não é uma “propaganda anti-fast food” como Super Size Me ou Nação Fast Food. Fome de Poder é uma cinebiografia de Ray Kroc, o fundador da rede de lanchonetes. Confira o trailer e a sinopse abaixo:

A história da ascensão do McDonald’s. Após receber uma demanda sem precedentes e notar uma movimentação de consumidores fora do normal, o vendedor de Illinois Ray Kroc (Michael Keaton) adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice “Mac” McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.

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A equipe criativa de ‘Fome de Poder’…

Fome de Poder conta a história de como os verdadeiros criadores da marca “perderam espaço” pra Kroc. Para trazer essa trama à vida, o diretor John Lee Hancock (Um Sonho Possível) contou com o roteiro de Robert D. Siegel (O Lutador).

O elenco ainda conta com John Carroll Lynch (A Ilha do Medo), Nick Offerman (Parks and Recreation), e Linda Cardellini (E.R. – Sala de Emergência).

… e suas declarações polêmicas

O primeiro que gerou polêmica divulgando o filme foi o diretor. Em entrevista para o site HeyYouGuys, Hancock falou sobre o que o motivou a fazer o longa:

Eu nunca havia lido um roteiro em que eu estivesse torcendo por alguém, depois passei a torcer contra ele. Achei que era único nesse sentido. O roteiro me fascinou.

Mas os entrevistadores não deixaram o diretor parar por aí. Eles perguntaram se achava que havia algum paralelo entre a história de Kroc e do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. John respondeu:

Uma coisa que nós fazemos muito hoje em dia é branding. Se você olhar para trás, acho que Ray pode ter sido o primeiro a fazer isso. Ele tinha um entendimento de que, não só os arcos dourados eram uma iconografia genial (…) mas que o nome, o nome McDonald’s, tinha valor de branding. Obviamente, nós temos um presidente (…) que faz muita coisa com o valor do branding e com branding de nome — há alguns paralelos entre os dois.

Para o mesmo site, o protagonista também falou sobre alguns temas controversos, em especial o sonho americano.

É sobre isso que o filme trata. Todo mundo fora dos EUA tem uma referência do “sonho americano”. [O filme] é uma examinação real do sistema de livre comércio, do capitalismo, do consumismo, de branding, como essas coisas começaram e como elas são hoje. É sobre o que o sonho americano era no começo, porque agora todos estamos obcecados. Se você olhar essa exibição constante de coisas baseadas em dinheiro e joias… É tão desproporcional, e as pessoas acham que isso é o sonho americano. Não, o sonho americano é que você pode conseguir um trabalho decente e ter uma casa e ter alguns filhos que podem entrar em uma escola decente, então você pode se aposentar e ter um carro. E isso é um bom sonho. Mas agora as pessoas acham que o sonho americano é que todo mundo deveria ter jatos particulares e mansões.

Fome de Poder estreia no Brasil em 9 de março.

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