‘A Bela e a Fera’: tudo que sabemos sobre o filmeCinema

‘A Bela e a Fera’: tudo que sabemos sobre o filme

Preparados para reviver as emoções de uma história tão antiga quanto o próprio tempo? A Bela e a Fera, próxima adaptação de clássicos da Disney em live action, está chegando. E enquanto não conseguimos nos conter de ansiedade para ouvir “sentimentos são como uma canção” na telona, vamos conferir tudo que já sabemos sobre a produção.

Relembre um dos trailers e a sinopse:

Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.


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Emma Watson falou sobre o relacionamento abusivo de ‘A Bela e a Fera’

Graças a seus posicionamentos feministas, Watson foi muito questionada sobre a natureza do relacionamento dos protagonistas. Apenas recentemente, a atriz se pronunciou sobre o assunto.

É algo com o qual lutei no início: se haveria uma Síndrome de Estocolmo nesta história. Isso é quando um prisioneiro pega características e se apaixona por quem o prende. Mas a Bela briga e discorda da Fera constantemente. Ela não tem nenhuma das características da Síndrome de Estocolmo porque mantém sua independência, mantém a liberdade de expressão.

Ainda segundo Watson, o filme deixa claro que esta Bela não é uma “mocinha indefesa”.

Não existe essa de ‘vou vencer esse cara com bondade’. Ela devolve o que recebe. Ele soca a porta, ela soca de volta. Ela o desafia: ‘você acha que vou jantar com você — é claro que não, estou presa aqui’. A Bela e a Fera começam essa história de amor se irritando de verdade, e não se gostando muito. Eles constroem uma amizade e muito, muito, muito lentamente isso os leva a se apaixonar.

‘A Bela e a Fera’ sofre boicote por personagem homossexual

O diretor do filme confirmou recentemente que o filme terá uma “trama paralela” com um personagem gay. Assim como aconteceu com um dos desenhos da Disney recentemente, isso deixou algumas pessoas chateadas. Após o anúncio de que o braço-direito do vilão Gaston seria homossexual, cinemas dos reinos de Donald Trump e de Vladimir Putin anunciaram que não exibiriam o filme.

O diretor do longa se pronunciou sobre a repercussão da cena, dizendo:

Ah, meu Deus! Posso te dizer uma coisa? Estão todos exagerando em cima disso. Porque é só uma parte do filme com a qual nos divertimos muito. Eu amo o jeito como a cena é pura e acaba sendo uma grande surpresa para as pessoas. Qual é o problema?

Josh Gad, o ator que vive o personagem, também se manifestou:

Acho que já falamos tudo que era necessário sobre isso, incluindo sobre as pessoas que ainda não viram o filme e fizeram julgamentos. O que vou dizer é que esse filme é inclusivo, tem algo a oferecer para todo mundo. Há temas nele que eu realmente acho muito importantes e provavelmente o mais importante é: nunca julgue um livro por sua capa. Há tanto medo lá fora do que nós não entendemos e não conhecemos. E você tem Gaston, que usa seu charme de forma ofensiva para convencer as pessoas a atacarem alguém que elas não conhecem, alguém que é diferente, alguém que só representa perigo porque Gaston falou que ele representa perigo.

Qualquer paralelo com os governantes dos países que anunciaram um “boicote” ao filme não é mera coincidência.

A Bela e a Fera estreia em 16 de março no Brasil.

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