As 5 músicas mais catárticas de Florence + The MachineIndie

As 5 músicas mais catárticas de Florence + The Machine

Liderada por Florence Welch, a banda Florence + The Machine, que conta com a colaboração da amiga de longa data Isabella Summers, é hoje uma das bandas mais queridas do indie. Acompanhada por milhares de fãs por onde passa, a banda já possui três álbuns e atualmente está no processo de concepção do quarto.

O som produzido por Florence+The Machine não pode ser enquadrado dentro de apenas uma categoria. A banda frequentemente bebe na fonte de vários estilos musicais, incorporando inúmeros elementos de cada um, enriquecendo a composição de suas músicas.

A energia delas é transmitida através dos vocais poderosos de Florence Welch e a composição vinda da combinação de instrumentos como piano e harpa, além dos já tradicionais bateria, guitarra e baixo. Afora isso, as letras fortes e místicas também proporciona aos fãs uma sinestesia capaz de levá-los a lugares desconhecidos da mente humana.

Tal combinação gera músicas extremamente catárticas. Verdadeiros hinos que devem ser entonados em plenos pulmões. Conheça cinco exemplos de explosão da banda.

As 5 músicas mais catárticas de Florence + the Machine

‘Dog Days Are Over’

A música que trouxe a banda para o mainstream continua sendo uma de suas obra-primas. Mais de sete anos desde o lançamento, a música ainda é sucesso e provoca coros vocais e palmas histéricas por onde passa.

‘Rabit Heart (Raise It Up)’

Assim como Dog Days Are Over, Rabit Heart está presente no primeiro álbum da banda, o Lungs. A harmonia criada por inúmeras vozes de Florence durante a música causa a sensação de estar em uma multidão cantando a música.

Rabit Heart fala sobre o medo que a cantora tinha quando começou a estourar nas paradas e as consequências do sucesso.

‘No Light, No Light’

A composição de No Light, No Light é assinada por Florence Welch e Isabella Summers, e foi a primeira música escrita para o segundo álbum, Ceremonials. O disco tem músicas com temáticas mais sérias e um som mais obscuro. No Light, No Light representa bem o espírito do álbum, além de ser uma das grandes performances vocais de Florence Welch.

‘Spectrum’

Também presente no álbum Ceremonials, Spectrum é a música que se destaca no álbum por ser diferente. Enquanto as outras faixas trazem temas e melodias mais intimistas, Spectrum mostra uma nova face de Florence. Ainda assim, a identidade da banda se mostra forte com a presença da harpa e das analogias líricas e referências ao oceano, típicos de Welch.

O refrão explosivo da música fez com que se tornasse uma ótima pedida nas pistas de dança mundo afora.

‘Queen Of Peace’

Um dos pontos altos do terceiro álbum do Florence + the Machine, Queen Of Peace logo se tornou uma das favoritas dos fãs. A concorrência é acirrada, já que o álbum How Big, How Blue, How Beautiful traz uma sequência de ótimas músicas.  A voz de Florence e os solos de trompetes proporcionam uma experiência celeste através da música.

Bônus: ‘Which Witch’

O bônus da lista é também um bônus no último CD de Florence + The Machine. A música, mesmo não entrando na seleção final do disco, se sobressai em relação a algumas faixas do álbum. A batida bem marcada e o coral de vozes trazem uma convenção de bruxas à vida, o misticismo do jeito que Florence tanto gosta.

 

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